terça-feira, 14 de abril de 2009

Poesia Gaudéria
por João Airton Santos Eugênio

O céu estava claro,
A lua quase dourada,
Ali no campo eu e ela,
E não se via mais nada

A pele suave,
As ancas expostas
E eu tocando de leve
O macio de suas costas

Não sabendo começar
Olhei o corpo esguio
Decidi por as mãos
Sobre seu peito macio.

Eu sentia medo
Meu coração forte batia
Enquanto ela bem lentamente
As firmes pernas abria

Vitória! Eu consegui
Tudo então melhorou.
Pelo menos desta vez
O líquido branco jorrou.

Finalmente tudo acabou,
Mas quase que eu saio de maca
Foi assim a primeira vez
Que eu tirei leite de uma vaca

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